::..RETRATO FIEL..::


* Agora na versão SEM APARELHO *

NA VERDADE, EU ESTOU... Meu humor atual - i*Eu ...........................................

::..PERFIL, FRENTE, VERSO..::

::Nome? Maíra

::Veio ao mundo quando? 9 de março de 1985

::Signo? Peixes

::Onde mora? Rio de Janeiro, Sulacap

::O que faço da vida? AGORA SOU UMA FELIZ UNIVERSITÁRIA DA UFRJ, cursando Geografia. Além disso estou buscando força de vontade para terminar meu relatório de estágio, afinal sou quase técnica em controle ambiental.

::Gosto de que? dançar, namorar, sair pra virar a noite com os amigos, pôr-do-sol, animação japonesa,abraços, frutas, cantar, dormir

::Que comida? Japonesa e chinesa

::Quais filmes? Matrix, A espera de um Milagre, Sexto Sentido, Senhor dos Aneis, Ran, o Último Samurai, Um sonho de Liberdade, Amnésia, Vanilla Sky... por aí vai

::O que mais quer agora? Conseguir absorver de verdade o máximo de conteúdo possivel Desse curso maravilhoso que é a geografia. E ir ao oftalmologista, não aguento mais sentir sono toda vez que vou ler >_<

::pRa QuE iSsO? Bem, fiz esse blog pra falar sobre nada mais nada menos q a minha vida e tudo q tem na minha cabeça (sem brincadeirinhas infames, por favor). Não vou perder meu tempo para dar um motivo nobre a este blog, além disso a relevância dos meus assuntos depende de quem lê. Boa sorte pra você.

>> A PERGUNTA QUE NÃO QUER CALAR: Por que MAÍRA 2D?

Bem, nós vivemos num mundo onde podemos perceber 3 dimensões... é o tal do 3D. Sabendo disso imagina a petulância do infeliz que resolveu soltar essa frase pra mim: "Maíra, vc é a única pessoa 2D que eu conheço." O que eu faço com uma criatura dessas? Hein?

:::.ENTRE SEM BATER.:::


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Novidades...

Quando alguém pergunta pelas novidades, eu penso muito. Não sei se é de agora, mas nunca tenho muito a dizer em uma semana passada.

"Ah, o de sempre... tenho estudado bastante, mutas coisas pra fazer..." Minha resposta é sempre a mesma. E algumas coisas novas quando acontecem são pontuais.  O início de 2005 até que trouxe uma enxurrada de coisas novas: mudei-me, passei no vestibular, conheci pessoas novas na faculdade, conheci pessoas novas como consequência da mudança de casa... E passou. Agora a nova rotina, faculdade, estágio, stress diferente, hobbys diferentes... pesoas afastadas diferentes... São ciclos, as rotinas, o que mudou foi o conteúdo, a cor a forma. Isso me dá a sensação de que nunca tenho nada a dizer. É frustrante. É frustrante abrir um msn com 20 pessoas conectadas e não ter uma palavra significante a dizer (ou a ouvir). As vezes canso-me dos "ois" que recebo, mas ao mesmo tempo desejo conversar. A conversa sempre para três ou quatro linhas depois de perguntar se está tudo bem

Por isso também as vezes não atualizo tanto este meu espaço. Tenho até uma ponta de inveja de quem consegue escrever com certa aciduidade. Mas procuro esquecer de vez em quando que tenho blog, que gosto de ler algumas coisas, que as vezes também escrevo. Se não, se sempre me comparasse aos outros, iria ter uma crise depressiva, afinal, como já citei aqui antes, ainda não achei algo que sei fazer realmente muito bem. E se for para comparar, que utilizemos padrões altos. Assim, geralmente estou "na média" em todos os aspectos.  Mas não posso reclamar, sempre me saio bem em quase tudo.

Ainda quero enxergar isso de forma TOTALMENTE positiva.

Abraços a todos.

d¬_¬b  ♪♪♪♪ - Rise and Fall - Craig David



- Postado por: uma anormal aí às 12h31
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Quando ouviu pela primeira vez aquelas palavras, Sorriu. E surpreendeu-se por surpreender-se pouco. Ali já começava a não sentir algo diferente.

Depois dos beijos que sentiu e gostou, ele voltou para casa euforicamente... calmo. Sem coração palpitante, sem respiração desritmada. Sem. E depois que o tempo, correndo, avisou-lhe que aquilo era tudo que ele sempre quis, não entendeu. Quis para ela ser tudo, e não foi. Não por não desejar, pois seus sorrisos sempre pediam para que saíssem inteiros, mas por não conseguir.

Talvez o tempo tenha corrido demais, sem dar tempo para explicar-lhe melhor. Mas continuou correndo. E quando ele percebeu que ela o envolvia em cem braços, tentou abraçá-la. Quis com ela ser um, e não foi. Não por não desejar, pois seus gestos procuravam energia, mas por não conseguir.

Ele fitou aqueles olhos, mais profundos desde que ela o conhecera, e procurou-se lá. Achou. Pensava se podia tira-lo de lá, mas não soube o que fazer. Quis não querer... Depois quis saber o que querer. E mesmo sabendo que ela tornava o ar mais doce, flagrou-se sem suspirar por coisas pequenas, sem admirar aquele rosto. Sem

Sem.

Sem.

Então apenas observou o tempo correr.



- Postado por: uma anormal aí às 12h11
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Medo. Já parou pra pensar sobre o que é isso?

Medo é um bloqueio. Sim, mais lógico que isso nao poderia ser... E geralmente é um bloqueio natural, espontâneo... Dissolver o medo é o desafio de certas pessoas. Muitos não sabem o que fazer com ele. Para alguns, mantê-lo é o objetivo.

Eu, por exemplo, as vezes tenho uns medos bobos... Eu me pergunto de onde vêm (e muitas vezes convém pensar nesta resposta) e não os entendo... Medo de tomar certas decisões, medo de dar a mim mesma oportunidades... Que sensação estranha é sentir esses medos, porque me assustam mais pelo fato de eu ainda não ter chegado a uma conclusão a respeito do objetivo dessa defesa psicológica. E sentir que existe um cantinho seu que vc ainda não conhece é um pouco incômodo.

Mas, o que me intriga na verdade é quando as pessoas constroem o medo. Sim, constroem o medo tão bem que o motivo do bloqueio pode até ser uma mentira, mas ele próprio acredita. Mas que proteçãozinha mais boba! Não querendo ser poeta de botequim, mas um muro muito grande não deixa o jardim a mostra. E daí que alguém possa pisar nele? É muito mais fácil replantar mudas do que cimentar periódicamente um muro. E pintá-lo, não esqueçamos. Tem gente que troca de cor achando que vai aprender mais com a vida de uma maneira mais segura... Bobagem. Se você é assim, desculpe, mas é isso que eu acho. Sinceramente, a maturidade vêm quando vc percebe que consegue plantar e replantar as mudas quando quiser e sente prazer em fazê-lo. Porque sabe que a vida é isso, essa dinâmixa maravilhosa de sentimentos, essa alternância entre sim e não, essa expectativa, essa frustração. E é isso que nos faz sentir vivos.

Tenho pensado tanto disso ultimamente, não? Meus versos anteriores tiveram o mesmo foco. Não sei porquê, acho que na verdade isso é uma preocupação que trago comigo e procuro levar sempre. Podem até achar que sou exagerada, mas é para enfatizar a mensagem. O importante é equilibrar tudo. O que não significa que há um padrão de equilíbrio para todos, vale lembrar. Pelo menos é o que eu penso.

Além gostaria de abrir essa discussão ou acrescentar algo? Ou discordar de algo?



- Postado por: uma anormal aí às 03h46
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Translúcida  ) ) ) ) )

 

Ah, sinto-me tão viva!

Eu sempre procuro outros olhos;

Sorrio com inocência, malícia,

Satisfação ou admiração;

Cada palavra escrita é apenas

Uma extensão dos meus pés,

Minhas mãos e boca;

Posso sentir o gosto de cada gesto meu,

Meu rosto e meu corpo se confundem

Com aquilo que falo

Que prazer existe

Em mergulhar na introspecção

E na divagação eterna?

Ou em trancafiar-se

Atrás de paredes, contenções?

É  tudo tão simples,

Tão natural é ser o que sou

Sem temores

A não ser ver apagar essa Luz

Tão viva

Tão minha!



- Postado por: uma anormal aí às 02h45
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Bem, só para sair desse vácuo mental e dar uma variada no clima do blog, posto aqui fotos da Festa a Fantasia da Universidade Rural do RJ. Sacudiu definitivamente minha monotonia, reencontrei meus amigos que moram em Seropédica e me diverti como poucas vezes o fiz em uma festa. Como era de praxe, eu quis arrumar uma fantasia que realmente fosse engraçada, pra que eu pudesse brincar a vontade. A propósito, até hoje não vi uma garota se dispor a ficar feia numa festa a fantasia. É tão divertido... Mas que fixação por ficar atraente. Essa coisa da imagem faz muita gente prisioneira e, na maioria das vezes, vira algo tão inocente que ninguém nota. Eu não tenho vergonha de parecer feia se isso me permite fazer algo que me satisfaz. Mas a autoconfiança também ajuda muito, se alguém não gosta da própria aparência raramente irá sentir-se a vontade numa situação dessas...

Bem, sem mais delongas, as três mais engraçadas figuras da noite: Clodovil, Reporter Vesgo (com direito a microfone da Rede TV e sandália da humildade) e a evangélica da assembléia de Deus (JAMAIS menosprezarei a religião dos outros, só quis ser caricata, que fique bem claro).

Infelizmente não vou poder colocar as fotos por inteiro para não estourar o espaço, mas vamos lá

As meninas... (é... eu realmente estava um perfeito bagulho)

Olha o Clodovil...

E o Reporter Vesgo, à direita, acompanhado de mais algumas figuras notáveis...

Acho que deu pra tirar alguns sorrisos de vocês por hoje... Bem, não foi a toa que a dupla Clodovil e Reporter Vesgo (com a ajuda de um pinto que apareceu do nada e até agora não se sabe quem era) ganhou o concurso de fantasia...

E aí, deu pra quebrar a rotina?



- Postado por: uma anormal aí às 04h11
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A espera

Ela fica parada, sentada na beira da escada. Espera o vento soprar e fecha os olhos a casa brisa. As vezes percebe-se procurando algo no vento, querendo que ele passe pelos seus pensamentos. O que será que ele traz? E o que será q leva? Mudanças? Talvez.. Talvez seja o desejo contido de revirar tudo, mas sem saber como. Seu dinamismo querendo avançar pacientemente. Ela não tem certeza. Só sabe da paz e do acalanto que sente. Abre os olhos e vasculha a si mesma mais uma vez. Nada. Mesmo assim ela sorri. Quem sabe ventos em outro sentido tragam-lhe o que quer.



É senhores... nem inspiração, nem nada... só uma sensação de que muitas coisas estão para vir... e que vem acompanhada de um pequeno vazio, aquele espaço entre o fim e um outro começo...

Já sentiu o vento no seu rosto hoje?

- Postado por: uma anormal aí às 15h20
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Gosto de observar quando as pessoas estão sérias, concentradas, particularmente quando ocupadas com gestos estéreis, quase involuntários. Parecem mais sinceras, desprendidas da atmosfera que as cerca durante todas as horas do dia. A simplicidade de cada movimento e, principalmente, de cada expressão revela, num curto instante, as nuances dos pensamentos verdadeiros, distraídos, como rostos sem maquiagem, como naquelas fotos únicas, onde está registrado um momento tão espontâneo e simples que é impossível captá-lo novamente.

 

Isso me chama a atenção porque a transparência tem sido um aspecto raro de se encontrar. Tanto moldamos e remoldamos esta nossa massa ao longo da vida - num esforço constante para fazê-la parecer uma obra de arte - que às vezes esquecemos de que cor ela é, quão singular é sua textura.

"Enquanto você se esforça pra ser/ um sujeito normal/e fazer tudo igual..." E consumir tudo igual e vestir tudo igual e pensar tudo igual e falar tudo igual... o tempo vai passando, as horas se perdendo... Para que?  Quantas coisas mais nos farão entrar nesta mesma embalagem padronizada - vistosa por fora e escura por dentro - em que entramos todos os dias ?

 



- Postado por: uma anormal aí às 22h14
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Já se sentiu isolado? Deixado em quadragésimo plano? Negligenciado? Claro que já... E, quando isso acontece com frequência, cada episódio dá vontade de fugir pra um lugar novo, com pessoas novas... simplesmente sair.

 

Tão Banal,

Tão trivial este meu vazio

Que empurra o sangue para fora das veias,

Que faz o estômago encolher.

Que ecoa,

Bate nos ladrilhos e volta, me dá um tapa.

Se me enrosco nos lençóis, sinto frio;

Se pela casa ando, as paredes mordem.

E quando as cores fogem?

Ah, elas fogem.

Elas negam o acalanto,

O conforto das retinas.

Retinas cansadas.Molhadas.

Enxugadas por dedos a pouco esticados,

Que novamente se estenderão.

E, mal repito o gesto, ouço:

"Vai, implora, clama...

Pois, por mais contido que seja teu pedido,

Teus olhos escancaram a verdade.

Procura. Sê bandeja,

Sê musica e calor.

E depois espera,

Atenciosa,

O silêncio, como de costume,

Ele gosta de te visitar".



- Postado por: uma anormal aí às 00h50
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O POVO AO PODER

Quando nas praças s'eleva
Do povo a sublime voz...
Um raio ilumina a treva
O Cristo assombra o algoz...
Que o gigante da calçada
Com pé sobre a barricada
Desgrenhado, enorme, e nu,
Em Roma é Catão ou Mário,
É Jesus sobre o Calvário,
É Garibaldi ou Kossuth.


A praça! A praça é do povo
Como o céu é do condor
É o antro onde a liberdade
Cria águias em seu calor.
Senhor!... pois quereis a praça?
Desgraçada a populaça
Só tem a rua de seu...
Ninguém vos rouba os castelos
Tendes palácios tão belos...
Deixai a terra ao Anteu.


Na tortura, na fogueira...
Nas tocas da inquisição
Chiava o ferro na carne
Porém gritava a aflição.
Pois bem... nest’hora poluta
Nós bebemos a cicuta
Sufocados no estertor;
Deíxai-nos soltar um grito
Que topando no infinito
Talvez desperte o Senhor.


A palavra! vós roubais-la
Aos lábios da multidão
Dizeis, senhores, à lava
Que não rompa do vulcão.
Mas qu'infâmia! Ai, velha Roma,
Ai, cidade de Vendoma,
Ai, mundos de cem heróis,
Dizei, cidades de pedra,
Onde a liberdade medra
Do porvir aos arrebóis.


Dizei, quando a voz dos Gracos
Tapou a destra da lei?
Onde a toga tribunícia
Foi calcada aos pés do rei?
Fala, soberba Inglaterra,
Do sul ao teu pobre irmão;
Dos teus tribunos que é feito?
Tu guarda-os no largo peito
Não no lodo da prisão.


No entanto em sombras tremendas
Descansa extinta a nação
Fria e treda como o morto.
E vós, que sentis-lhe o pulso
Apenas tremer convulso
Nas extremas contorções...
Não deixais que o filho louco
Grite "oh! Mãe, descansa um pouco
Sobre os nossos corações".


Mas embalde... Que o direito
Não é pasto do punhal.
Nem a patas de cavalos
Se faz um crime legal...
Ah! não há muitos setembros
Da plebe doem os membros
No chicote do poder,
E o momento é malfadado
Quando o povo ensangüentado
Diz: já não posso sofrer.


Pois bem! Nós que caminhamos
Do futuro para a luz,
Nós que o Calvário escalamos
Levando nos ombros a cruz,
Que do presente no escuro
Só temos fé no futuro,
Como alvorada do bem,
Como Laocoonte esmagado
Morreremos coroado
Erguendo os olhos além.


Irmãos da terra da América,
Filhos do solo da cruz,
Erguei as frontes altivas,
Bebei torrentes de luz...
Ai! soberba populaça,
Rebentos da velha raça
Dos nossos velhos Catões,
Lançai um protesto, é povo,
Protesto que o mundo novo
Manda aos tronos e às nações.

Castro Alves



- Postado por: uma anormal aí às 22h26
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 A decepção

Tudo bem. Eu podia conviver com a propaganda política da Verônica Costa (assim como a de outros candidatos a qualquer coisa). Me dava um siricotico cada vez que a via, mas isso podia passar sem causar grande stress. Até porque a mulher já foi eleita uma vez e eu tinha esperança de que ela não ganhasse novamente (é, esperança é assim mesmo). Mas Deus sabe do meu incoformismo quando soube que ela foi eleita. FOI ELEITA! A deputada com um dos maiores índices de falta da câmara, que fez uma lei ridícula (se é que foi idéia dela) só pra poder ter o que falar em época de campanha (além de chamar o eleitor de "cheiroso" e "glamourosa"). Foi então que minha reatividade voltou-se não para essa deputada meia boca, mas para os votantes. Aí parei e pensei: " mas que cambada de gente sem miolo!" . É, eu sei, não é nem um pouco filosófico, tampouco ponderado. Mas cá entre nós, a minha ponderação já está perdendo as estribeiras. Logo eu, defensora da tese que diz que o povo nasce e cresce se emburrecendo por influência da mídia e tudo mais, tive vontade de xingar um qualquer na rua.

Mas não é de hoje. Minha insatisfação com as pessoas que me circundam é constante. No geral consigo ir levando (odeio essa expressão), mas tenho meus picos de alteração. Nas eleições meu sangue sobe nos dias que antecedem e sucedem a votação. Parece que agora votar por carisma é o lance. Quer dizer, nem carisma; às vezes basta material de propaganda de qualidade para decidir o voto. Isso desmotiva qualquer altruísta. Mas, fora desse período,  o que me mata mesmo é a falta de educação e esforço das pessoas. Pelo amor do Deus que possa estar aí no céu, não é possível que as pessoas achem normal fazer qualquer lugar de lixeira. Eu mesma, por não aguentar ver tal coisa, já cansei de chegar no criminoso e dizer:

- Poxa, amigo, não joga papel lá fora. Joga aqui no ônibus, depois eles varrem e põem no lixo.

Imaginem vcs que já tiveram a audácia de me perguntar por quê. Olha que isso foi um mísero exemplo de papel jogado do ônibus, imagine como o resto não me irrita. SERÁ QUE NINGUÉM NO BRASIL SE SENTE RESPONSÁVEL PELOS SEUS ATOS? HÊEE, SOMOS TODOS PORCOS, VAMOS CHAFURDAR NA LAMA! Pra mim, esse comportamento que vejo diariamente, uma mistura de irresponsabilidade com ignorância e desinteresse, é motivo para em muitos momentos odiar o povo que divide este país comigo. Infelizmente.

O pior de tudo: Meu objetivo de vida é ajudar a reeducar essa sociedade (incluindo a mim mesma) e buscar soluções pros nossos erros. Realizem o quanto vou sofrer...



- Postado por: uma anormal aí às 21h55
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 Olá, meu povo! Estou muito feliz neste sábado, depois de uma noite de reencontro dos alunos da Federal de Química de Nilópolis. Apareceu gente de diversas gerações, gente que deu trote em quem me deu trote, enfim, foi um deus nos acuda. Com a rua entupida de gente e mais um pouco de ex-alunos dentro da escola, numa festa, tudo correu superbem. Revi a Lívia, que está para ter neném daki a duas semanas.  Junto com ela estava o Tiago, seu namorado-chefe-de-família . Aliás, pra quem leu meu texto anterior, gostaria de dizer que esse é o único casal que conheci bem para dizer que, apesar de não planejar o bebê, tem cabeça e estrutura suficiente pra vê-lo desde o início como um presente. Gostaria de dizer, inclusive que gosto muito deles dois (quer dizer, deles três), foi bom matar as saudades.

Por falar nisso, matação de saudade não faltou. Muitos abraços, beijos, risadas e caras de espanto por parte de pessoas q não se viam a 6 meses, 1 ano, 5 anos. Foi ótimo, a nostalgia tomou conta de muita gente, inclusive eu. Como disse um amigo meu, o Kalouro (http://kalouro.blig.com.br), tinha que ter comemoração de 10 anos da escola todo ano!

Ainda bem que teve essa festa. Ultimamente recomecei a pensar sobre minhas capacidades e habilidades, coisas q eu sei fazer bem. Sabe, sempre achei (e continuo achando) que não há nada que eu faça muito bem. Quase todos q eu vejo tem alguma coisa sobre a qual podem dizer " nisso eu sou muito bom, é minha especialidade". Procurei em mim mesma várias vezes algo para q eu tivesse talento mas não achei. Por isso vira e mexe me sinto mal, pois gostaria muito de me sentir muito boa em algo. Não é só pra ter um reconhecimento externo, mas tb uma sensação de utilidade, sei lá. Acho até que minha indecisão desses últimos 2 anos quanto à carreira q vou seguir se deu um pouco por questionar se eu seria realmente competente naquilo, afinal não gosto de mediocridade, quero fazer pelo menos alguma coisa na vida de que eu possa me orgulhar.

Bem, mudando de assunto, amanha vou enfrentar o teste de resistência que é fazer a prova do Enem. Nunca fiz, mas depois de perceber q serão 5 horas seguidas de prova, já vi que vai ser prova olímpica.

Por falar em olímpico, passei a tarde vendo basquete, atletismo, volei feminino... Alguém aí viu que decepção na ginástica rítmica? Último lugar... Putzgrila.

Nossa, esse post foi uma salada. Bem, queria finalizar mandando um beijo para os meus amigos que encontrei na festa de 10 anos da Escola Tecnica Federal de Química e dizer que, apesar de momentos sofridos terem estado muitas vezes presentes, o resultado dos nossos anos de estudo (ou não) nesta instituição, em diversos sentidos, com certeza é muito maior do que podemos descrever.

Ah sim. Lembro àqueles que participarem do ORKUT que criei uma comunidade de ex-alunos e alunos amigos da CEFET química de Nilópolis. Assim fica aberto um canal de comunicação entre essa galera toda. Quem ainda não participa do Orkut pode me mandar seu e-mail que eu convido.

Té mais! 



- Postado por: uma anormal aí às 20h51
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Filhos: melhor não tê-los

Não, calma, não sou anti-maternidade. Acho a ravidez algo único e, apesar de ainda não ser mãe, imagino que deve ser a melhor experiência pra uma mulher. Alô você, eu disse MULHER. Sei que não é novidade pra ninguém ver meninas de 12 anos já " barrigudinhas", mas, depois de ver, esta semana, a 6ª colega de infância que pariu entre os 15 e 19 anos, tive que expressar minha opinião.

Quando digo MULHER levo em consideração tanto a idade quanto a mentalidade. Uma garota de 14 anos nem de longe tem uma cabeça e corpo formados, nem maturidade suficiente pra ter um filho.

Não me refiro nem ao fato do acidente em si. Mesmo acreditando q esse tipo de coisa é resultado de um momento de irresponsabilidade, não vou discutir esse fator. Não sou a garota perfeita mas, por mais enlouquecida q eu esteja no momento, não chegaria ao ponto de arriscar perder tanta coisa por algumas horas de sexo. Mas deixa pra lá... Quero falar de uma coisa mais específica e mais importante.

O problema maior é a mentalidade destas garotas. Geralmente a educação que elas recebem da própria família não é tão abrangente e isso é a base de tudo. Nem digo tanto o meio social, afinal morei aqui praticamente a vida toda e frequentei as mesmas escolas ruins, convivi com os mesmos amigos, fazia as mesmas brincadeiras, via as mesmas coisas. Duas dessas meninas foram minhas amigas de verdade, cada uma em seu tempo. Eram (e são) pessoas maravilhosas, justas, carinhosas, divertidas. Então eu me pergunto o que houve de errado. Como disse, eu vivi no mesmo meio que elas, mas, como eu tinha um nível de consciência maior que muitas das minhas colegas (não sou pretensiosa, é verdade), eu, minha irmã e mesmo minha mãe fomos uma oportunidade dessas pessoas conhecerem outras visões, outros conceitos, diferentes dakio que limitava (e limita) muitas das pessoas que vivem aqui. E me frustra saber que, por mais q nós tenhamos tentado influenciar não só essas meninas, mas também outros amigos meus, agora vemos a realidade q muitos deles vivem. Um deles até se envolveu com tráfico, mas isso é outra história.

O que quero dizer é q quase todos que conheci aqui continuaram sem perspectiva de vida, no mundo pequeno que estão acostumados a viver, quase sempre terminando mal os estudos e procurando um emprego, sem as vezes conhecer a vontade de se informar mais, pesquisar alguma coisa ou procurar algum conhecimento para sentir que com isso a faz crescer como pessoa, ou mesmo com fins profissionais. No fim, muitos terminam sem opiniões formadas, sem convicções e acabam seguindo o curso do rio...

 É isso que vai acontecer com essas meninas. Tendo que se virar em mulheres q ainda não são, vão acabar vivendo ossa rotina de dona de casa ou pior, deixar o filho com os pais e cair na gandaia, fazer besteira... quem sabe.

Bem, termino por aqui. Já que estamos falando de gravidez precoce, nunca é demais lembrar: usem camisinha, diafragma, tomem anticoncepcional, faça vasectomia, sei lá, mas faça alguma coisa! Conseguir fazer tudo do jeito que a gente quer é a melhor coisa que existe, evite um imprevisto!

Beijos a todos, espero que comentem.



- Postado por: uma anormal aí às 22h52
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Aqui está! mais uma tentativa desesperada de fazer um blog aturável (pelo menos pra mim). Como sao 3 da manha e minha coluna tá um caco, nada de fotos, nada de historinhas... só de pensar q vou configurar esta bosta toda já me queimam os miolos... Bom dia, boa tarde, ou boa noite pra vc, doido, q veio visitar esse endereço.

Bem... só pra nao perder a viagem... saibam pelo menos quem está escrevendo isso...

O que? foto estranha? que nada... bem, se alguem kiser saber alguma coisa a respeito dessa foto... espera pq nao sei quando vou poder explicar ^_^

Blog, qualquer dia tamo aê...

Beijundas, valeu

 



- Postado por: uma anormal aí às 03h19
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